Aumento de lagartas preocupa mães, mas especialistas falam da importância de sua preservação

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No último dia 10, a administradora Patricia Guimarães foi a passeio em Nova Lima, município localizado na região metropolitana de Belo Horizonte,  acompanhada do filho Lorenzo Nicora,  de 4 anos. “Era o aniversário de um amigo e escolhemos o local justamente pela opção do espaço kids”, diz. Ao se dirigir para o parquinho, a criança se apoiou no corrimão da escada e logo retornou queixando que algum bicho o havia picado. “Ele dizia que sua mão estava queimando e ao verificar o local, percebi que havia a chamada lagarta cachorrinho”. Prevenida, levava em sua bolsa álcool gel e pomada antialérgica que acabou aplicando, mas sem observar muitas melhoras. “Foi quando me lembrei de postar em um grupo de mães do qual faço parte, o Padecendo no Paraíso, para pedir informações. A maioria ficou assustada e sugeriu que eu me dirigisse a um hospital”. Lá foi informada de que a lesão tinha sido artificial, mas que poderia ter sido mais grave desencadeando dores fortes, febre alta e íngua na região. A dúvida em comum é como proceder nestas ocasiões.

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