Proteja o seu pet na Copa: barulho excessivo pode gerar medo, surdez e até a morte

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Com o início dos jogos da Copa do Mundo a euforia toma conta da população, ansiosa pelas comemorações. Mas é importante não esquecer daqueles que sofrem com as consequências  do excesso de barulho que ocorre durante o evento, entre eles crianças, idosos, pessoas doentes e é claro: os animais de estimação.

A explicação é científica. O ouvido canino, por exemplo,  é capaz de perceber sons com frequência entre 10 Hz (Hz = Hertz, uma unidade de medida da frequência de uma onda) e 40.000 Hz; enquanto o homem percebe sons na faixa de 10 Hz a 20.000 Hz. Além disso, os cães conseguem detectar sons quatro vezes mais distantes que o ser humano. Já pensou em como fogos de artifício, cornetas, vuvuzelas, buzinas e gritos, podem atingi-los?

Segundo os especialistas,  os danos causados pelo barulho podem ser irreversíveis, especialmente se a explosão de algum destes objetos ocorrer muito próximo dos animais. Nestes casos as chances de ocorrer a ruptura do tímpano é grande, comprometendo a audição dos pets. Para sons não tão próximos, o que conta é o efeito psicológico, instalando-se um quadro de fobia que pode resultar em um quadro sintomático de ansiedade, tremores, taquicardia, vocalização excessiva (chorar, ladrar, latir) e até mesmo óbito.

Para minimizar os riscos é importante adotar algumas medidas preventivas. Manter o animal no colo o ajuda a se acalmar; assim como colocar som ambiente em casa para abafar os ruídos externos. Distraí-los com brinquedos e atividades, e deixar que se abriguem onde se sentirem mais seguros também diminui o impacto. Além de garantir a sua segurança evitando o acesso a varandas, janelas, para que não fujam e não ocorra algum acidente. Em último caso, mediante a indicação do veterinário, pode-se ministrar algum tranquilizante ao animal.

 

Fonte: http://idmedpet.com.br

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