Você não imagina o que este homem guarda num galpão de 600 m²

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Um dos 50 primeiros televisores que chegaram ao país, um macacão que teria sido usado por Ayrton Senna e um catálogo telefônico de BH dos anos 1970. Essas e outras peças fazem parte do Museu do Cotidiano, do economista Antônio Carlos Figueiredo. Ele não é colecionador, como gosta de frisar. “Sou objeteiro”, diz, em meio a aproximadamente 100 mil objetos garimpados ao longo de mais de 25 anos.

Tudo fica num galpão de 600 metros quadrados na rua Bernardo Guimarães, 1.296, no Funcionários. Antônio teve de adquirir recentemente 1 km de gôndolas de supermercado para reorganizar o espaço que, segundo ele, está em “desordem cronológica”. Mesmo durante a arrumação, o Museu está aberto a visitas gratuitas, que devem ser agendadas diretamente com ele.

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